Onde estou? Melhor, pra onde vou?
Meu coração nunca sabe onde. Ele sempre se confunde, sempre esbarra em alguém e muda completamente de rumo, o sigo sem esquecer que ele gosta de sofrer. Ele é sadomasoquista. Meu coração curte uns tapinhas de vez em quando, porque insiste em escolher caminhos perigosos, sinuosos, cheios de espinhos; porque ele gosta de sofrer, não escancaradamante, mas gosta, no fundo de sofrimento.
Meu coração circunda por locais extremamente felizes e também dá uma passadinha no inferno; e quem sofre as consequencias sou eu. Somente eu. Porque depois ele encontra uma novo passatempo, bem rapidinho, se não encontra continua batendo, mas eu, sigo batendo sim, mas com a cabeça na parede.
Imaginar já não basta. É necessário viver. Meu coração precisa disso. Precisa experimentar essas sensações somente para amadurecer e no futuro ser menos inconsequente, menos apegado e preguiçoso. Ele necessita de emoções fortes, de pulsação para se manter vivo.
Ele precisa parar pra pensar, e dar um rumo em sua vida.
Ou ele precisa se ele.
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